Hilton

Eu e Ramon participamos de um curso de roteiro com Hilton Lacerda durante a semana passada. Para Ramon, “um curso de realização”. Sim. Hilton transcendeu.

Meu raso e frágil roteiro parece ter começado a ganhar algum sentido. Prováveis dias de auto enganação, procrastinação e percepção de falta de substância, foram reduzidos drasticamente. Durante o almoço, já tinha um novo percurso na cabeça. Na hora do almoço. Talvez não preste também. Mas avançou.

Já o roteiro de Ramon parece estar mais bem acabado. Mas (e mais), além das discussões técnicas, houve o momento do largo da dinha. O momento do Irish pub. O momento da festa de Lula e Fernanda, naquele belo terraço em frente ao largo da Mariquita. Hilton é divertido e gentil. Sabe ouvir. Sabe conversar. Parece imune a um (comum) estrelismo babaca e entorpecido. Que bom.

Bruno Guimarães, Ramon Coutinho, Hilton Lacerda e Marcus Curvelo

Bruno Guimarães, Ramon Coutinho, Hilton Lacerda e Marcus Curvelo

Os filmes de Hilton, e seus processos, parecem carregar uma espécie de essência familiar. Um envolvimento artesanal, apesar da grande estrutura técnica e pessoal que os cercam. E isso é algo que buscamos para nossos roteiros mais expansivos, que não são golfados e atirados para saírem pulando por aí. A verdade é que ainda buscamos um equilíbrio. Golfadas organizadas. Filmes-planilha artesanais.

“É possível”, disse Ramon.

Que seja.

Marcus

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